9 de dezembro de 2015
Assim que tudo começou,
Numa noite solitária e fria
Com um corpo arrepiado e escondido entre os lençóis,
Onde as lágrimas umedeciam toda a face,
E as palavras se calavam dentro do peito.
Uma dor rompeu todos os laços,
E enrijeceu como pedra o coração.
Arrancando a espada do peito machucado,
Pelos enteperes da vida e
Turbulência das ilusões.
Pela janela novos dias e novos sonhos
E ao nascer do sol,
Era outro dia,
E os olhos acreditavam em uma nova chance,
Em um lugar diferente deste,
visto pela janela de sempre.
Porque a história esperada,
Seria traçada em um novo lugar,
Com os sonhos, todos aqueles,
Que sempre foram desejados.Continue Lendo
23 de julho de 2012
Como nos revelamos,
quando sentados sozinhos em meio ao nosso silêncio.
Como descobrimos o quanto somos frágeis,
quando vemos a noite cair em um céu moldado de forma quadrada
e sem curvas para desfrutar-mos.
Como somos capazes
Como sentimos falta do nada
que preenche o vazio que nos invade nestas noites repetitivas.
Como somos solidários a nós mesmos
e deixamos as lágrimas nos consolar por uma coisa sem definições.
Como somos cheios de respostas,
quando não temos para quem responder.
Como nós, seres humanos, somos receptíveis ao pouco que nos dão,
quando o nada é tudo que temos.
Como somos fortes em transformar a dor em alegria,
quando não existe mais outros caminhos para persistirmos por algo.
como somos capazes de sonhar
Como o mundo, que já deu tantas voltas,
sempre está nos oferecendo uma nova chance,
quando achamos que os nossos sonhos “hipotéticos”
se esvaeceram e se machucaram no tempo.
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