Arquivos Mensais

agosto 2011

MEU MEDO, NOSSOS MEDOS

Eu posso falar um pouco sobre meu medo?

Posso te explicar, ou tentar dizer,
que não consigo respirar
e muitas vezes me mato aos poucos por dentro
sem saber como lidar com esta estranheza de um medo insensato.

O medo de enfrentar...

O medo de enfrentar…

Mas preciso falar em poucas palavras,
ou gritar através do silêncio,
ou ainda reescrever esta parte da minha história.
Isso, porque este medo que sinto não faz mais parte de mim,
e vem neste momento me sufocando de tal forma
que me cala e faz com que eu duvide de mim mesmo.

Será possível, ou necessário,
que seja arrancado aos poucos o meu sorriso,
o seu sorriso, nossa alegria e transformá-los em lembranças apenas,
para que um dia, ou num momento tarde demais possamos aprender
que estamos perdendo as coisas mais preciosas
por conta das migalhas da arrogância do ser humano,
e pelos medos que nos invadem por todos os lados,
criados pela intolerância e ignorância dos homens.

Será necessário que eu me perca,
para que este medo se ache e reine dentro de mim?

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agosto 2011

MAR DE LEMBRANÇAS

Imenso…
Leve, límpido e puro…

Mar de Lembranças

Mar de Lembranças

São as primeiras horas desta manhã de sexta-feira,
e em poucos instantes olhando e observando esta imensidão diante dos meus olhos,
percebi um lindo flash de fotos e vídeos passando ininterruptos.

Em tons de serpia, outros multi-coloridos,
alguns ainda em preto e branco.
Mas todos refletindo no azul do mar em seus instantes de torrentes e em suas calmarias,
o que eu já passei em meus dias, nos meus momentos,
entre os que amo e os que me odeiam,
no meio das minhas lutas intensas,
das minhas derrotas e vitórias,
entre os instantes mais preciosos,
que são os segundos de nossas vidas.

E por isso me questionei por tudo,
pelas dores, pelas tristezas,
pelas riquezas, pela falta de sensibilidade,
pelo racionalismo exagerado,
pela incoerência entre as decisões dos homens,
pelos sonhos distantes,
por que da existência dos que atrapalham e te sugam,
pelas aparências, maquiagens
e pela nudez da sinceridade.
Todas essas perguntas pelo simples fato,
de que em todo o flash proporcionado pela transparência deste azul eterno,
me vi arrodeado por estas situações.

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Jeff Wendell 2015 . Todos os direitos reservados.

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